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Parte IX : Quais eram essas forças que atuavam sobre mim e que mantinham presa nesse sistema apesar de ter tantas dúvidas e questionamentos crescentes e incessantes ?

Depois de desvendarmos a influência significativa do médium nas incorporações mediúnicas nos capítulos anteriores, estamos prestes a explorar um novo território misterioso.

Nesse capítulo, vamos explorar as poderosas forças invisíveis que, apesar das dúvidas crescentes e questionamentos, me mantinham enraizada nesse sistema. Desvendaremos como a combinação de recompensas psicológicas e organizacionais se transformou em um vício, mantendo-me presa, mesmo diante das incertezas cada vez maiores.

Vamos examinar como a influencia do médium alimenta a ilusão de controle e como essa ilusão me manteve presa em um ciclo vicioso de dependência, decepção e busca constante por mais respostas.

Prepare-se para uma jornada profunda e reveladora, onde desmascaramos o véu da sedução da Quimbanda e nos confrontamos com a dura realidade das promessas vazias.

Enfrentaremos de frente a dolorosa verdade de que, mesmo diante de dúvidas e questionamentos, a influência do médium pode nos manter presos em um sistema de crenças.

Esse capítulo promete ser uma exploração profunda e intrigante das forças que nos mantêm presos e dos caminhos que podem nos libertar.

Havia algo poderoso agindo sobre mim, algo escondido quer nao percebia entender que me mantinha firmemente enraizada no sistema. Essas forças, que na época eu não conseguia decifrar, desempenhavam um papel fundamental em me manter envolvida apesar das crescentes dúvidas e questionamentos.

A resposta reside em uma combinação de recompensas psicológicas e organizacionais que o sistema proporcionava. Essas recompensas agiam quase como substâncias viciantes, mantendo-me ligada apesar das dúvidas crescentes.

Essa combinação poderosa criou um tipo de vício que manteve meu compromisso com o sistema, mesmo diante de perguntas, duvidas e desafios.

 

As Ilusões da Quimbanda: Atração, Dependência e a Busca Incessante por Respostas

Como mencionado nos capítulos anteriores sobre a influência significativa do médium nas mensagens das entidades, acredito que as recompensas psicológicas que observei especialmente nas giras de Quimbanda foram o produto da mente humana - uma expressão das falhas humanas.

 

A necessidade de respostas e soluções para nossos problemas, são o motor desse ciclo.

Se não houvesse essas falhas humanas, tal dinâmica não surgiria. 

 

Na prática da Quimbanda, observei uma inclinação para a adivinhação, que apesar de ser atraente para aqueles em busca de respostas para suas questões, muitas vezes conduz a problemas e resultados insatisfatórios.

 

A crença de que as entidades da Quimbanda podem prever o futuro e resolver nossos problemas traz alívio imediato e uma sensação de segurança. Isso nos faz sentir bem e cria uma ilusão de controle, o que pode ser atraente. No entanto, é importante destacar que isso surge das interferências humanas e essa sensação de controle é ilusória.

 

Essa ilusão de controle pode nos prender em um ciclo vicioso de dependência, desilusão e busca incessante por mais respostas. A promessa de soluções e previsões nos faz sentir bem, mas também nos mantém presos, dependendo cada vez mais dessas promessas e nos tornando viciados nessa sensação de segurança e controle.

 

Quando um problema persiste, apesar das promessas das entidades, a decepção pode surgir. No entanto, a capacidade de fazer perguntas, durante outra gira, diretamente à suposta entidade, que por sua vez fornece uma resposta ou desculpa convincente, pode reiniciar nosso compromisso e fé.

Quando um problema é resolvido, a tentação é atribuir a solução à entidade, reforçando nossa dependência e vício, mesmo quando a mudança ocorreu por outros motivos.

Esse ciclo é alimentado pela nossa necessidade humana de segurança e clareza, especialmente em tempos de incerteza e dificuldade.

 

Portanto, a prática da Quimbanda, embora possa oferecer respostas aparentemente tranquilizadoras, abre espaço para outros problemas e complicações, mantendo-nos presos em um estado de dependência e vício.

👉 Próximo Capítulo

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