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Parte IV : O Desenvolvimento da Minha Mediunidade

Nesse parte, descubro a fascinante tradição da Umbanda e seu surpreendente fenômeno de incorporação.

Mas quando, durante essa exploração, ocorre um fenômeno inesperado e inexplicável como a psicografia, surge novas perguntas.

Por que isso ocorreu num ambiente onde tal prática nao era nem discutido nem praticado ?

O que desencadeou esse fenômeno em mim ?

Venha comigo enquanto exploro essas questões e tento desvendar o enigma deste misterioso universo da mediunidade.

Mergulhando na Umbanda : meu desenvolvimento mediúnico 🏊‍♀️🔮🕊️

Esse centro praticava exclusivamente a mediunidade de incorporação. Foi lá que desenvolvi minha mediunidade. Lembro que no início desse desenvolvimento eu estava fascinada pelo fenômeno mediúnico - como não ficar quando sentimos essa força desconhecida dominar nosso corpo que chega ate nos fazer perder o equilíbrio nas primeiras vezes, causando às vezes quedas ? -  Ao mesmo tempo já me questionava bastante, pois não encontrava minhas referências com o Kardecismo, que de alguma forma tinha se tornado minha base.

 

Nesse desenvolvimento mediúnico de incorporação surgiu outro fenômeno mediúnico : a psicografia 🖊️📝💤🌛

Durante o meu desenvolvimento mediúnico de incorporação nesse centro, um fenômeno inesperado surgiu: a psicografia. Esse fenômeno me pegou desprevenida e o correu exclusivamente durante o meu sono.

Nas noites que se seguiram ao meu desenvolvimento mediúnico, enquanto mergulhava no sono, algo notável aconteceu. Meu braço começava a se levantar involuntariamente e o meu pulso se movia como se estivesse segurando uma caneta e escrevendo algo no ar, o que naturalmente me despertava.

A estranheza da situação não escapou à minha atenção, mas, em meio ao desconhecido, acabei por não dar importância. Consequentemente, eu voltava a adormecer. O fenômeno se repetia por várias noites consecutivas no começo do meu desenvolvimento mediúnico. Depois parou.

Vale ressaltar que tal fenômeno nunca havia se manifestado antes.

No centro que eu frequentava, a única forma de mediunidade praticada era a de incorporação.

Outros tipos de mediunidade nesse centro tornaram-se um assunto tabu.

Os responsáveis não deixavam espaço para qualquer discussão ou debate sobre outros tipos de mediunidade.

Não tinha com quem compartilhar ou discutir essa experiência, pois ninguém ali praticava Kardecismo, menos ainda fora desse centro.

 

Eu estava, de certa forma, sozinha nessa experiência.

Aparecem aqui algumas questões intrigantes: Por que esse fenômeno específico de psicografia surgiu em um ambiente onde não era praticado ? Se esse fosse um fenômeno ideomotor - movimentos realizados inconscientemente - por que não havia se manifestado antes, mesmo em meu contato com o Kardecismo ?

Será que a minha primeira incorporação poderia ter desencadeado algo ?

Estas questões, até então sem respostas, abriram um novo caminho para a minha jornada mediúnica, instigando ainda mais o meu desejo de explorar e compreender o vasto universo da mediunidade.

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